Newton observava e lia a natureza, cujo alfabeto é a matemática, a qual ele se dedicou em grande parte, a desenvolvendo e formalizando, parte de seu produto, o cálculo integral e diferencial. É indispensável, por parte do cientista, a captação dos padrões gerais e específicos da natureza, nos padrões exatos das coisas as quais se estuda. É preciso investigar, perceber, como as coisas são, e, a partir desses padrões concluídos, interpretar e conhecer como as realidades são.
Através de princípios filosóficos e científicos, cartesianos, newtonianos, rigorosos, inteligentes, eruditos, avançados, profundos, perfeccionistas, zelosos e autocríticos, se cria uma nova forma de filosofia, que não é filosofia propriamente dita, mas filosofia científica, pautada na lógica, na observação, análise, experimentação e métodos racionais de filosofia científica.
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